Será inaugurado a exposição fixa da Coleção Oceanográfica Monitora Mônica Madureira. A coleção é remanescente do Museu de Oceanografia da Unidade Acadêmica de Serra Talhada (MO-UAST). Criado em 2010 com o apoio do CNPq e da Facepe, ele permaneceu com atividades em Serra Talhada até 2016. Recentemente, o acervo do Museu de Oceanografia da Universidade Federal Rural de Pernambuco foi incorporado ao Departamento de Biologia e recebeu a denominação de Coleção Oceanográfica Monitora Mônica Madureira. O nome é uma homenagem a uma das primeiras monitoras do Museu. Mônica, carinhosamente conhecida como “baga”, era natural de Tabira, foi bióloga formada na UAST e trabalhou na organização do acervo (2009) e após formada foi coordenadora dos monitores do MO-UAST. Seu sonho era seguir carreira na área de Oceanografia. Conseguiu passar na prova do mestrado de Oceanografia na Universidade Federal de Pernambuco em 2012, mas devido um trágico acidente, não conseguiu cursar seu sonho. A Coleção foi concebida com o objetivo de apresentar o ambiente marinho de maneira diferenciada, trazendo os mistérios desse ambiente à população. No acervo, são mais de 500 peças, entre fósseis, peixes, invertebrados marinhos, conchas, lixo marinho, produtos de origem marinha e réplicas de navios que fizeram história na oceanografia, entre outros. Além disso, numa outra parte do acervo, criada com base no modelo de Museu da Criança, reproduções em tamanho natural e objetos de aprendizagem digitais exibem a ordem: “é proibido não tocar”. São jogos com diferentes níveis de interatividade e simuladores, que tentam fazer com que crianças, jovens e adultos desvendem e entendam os mistérios dos oceanos e das criaturas que lá habitam.